Impossível ficar alheia às manifestações por um Brasil melhor. Parabéns a todos brasileiros que foram às ruas pedir de volta nossa dignidade!
Qualquer Palavra
Este é o espaço para compartilharmos ideias sobre o que nos encanta no mundo da literatura e da cultura em geral. Colaboram comigo meus alunos do E. F. e Médio da E.E. Dr. Alfredo Pujol - Pirajuí (SP). Seja bem-vindo!
quarta-feira, 26 de junho de 2013
domingo, 26 de maio de 2013
Tirinhas selecionadas
Olá pessoal!
Meus alunos do 3º ano do E. Médio produziram algumas tirinhas sobre suas expectativas para o futuro, o dia a dia deles,, trabalho voluntário, entre outros, e gostaria de compartilhar alguns trabalhos.
3º ano D
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| "O presente é tão grande..Não nos afastemos" (CDA) |
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| Boa ideia! |
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| Então que seja a melhor porção! |
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| Ambiguidade? |
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| Trabalhar ou estudar? |
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| Futurista ou realista? |
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| Muito otimista! |
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| Cruel?!!! |
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| Bastante polêmica! O que acham das cotas? |
3º B
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| Infelizmente é a nossa realidade. |
3º C
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| O tema não poderia ser outro! Capoeira é vida para eles! |
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| Conscientizando |
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| Morro de medo de ser pisoteada numa sexta-feira! |
3º A
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| Logo todos saberão! Nosso projeto já está em ação. |
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| Há muitos alunos exemplares...rsrsr |
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| Esta retrata a maioria na semana de provas...rsrsr. Trágico... |
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| Raridade! |
Aguardem outras...
quarta-feira, 22 de maio de 2013
FÓRUM - Redução da maioridade penal no Brasil
Olá pessoal! Vamos fazer um DEBATE REGRADO na escola sobre a Redução da Maioridade Penal. Gostaríamos vocês participassem do nosso "Fórum", expressando sua opinião sobre a questão : A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL PODE CONTRIBUIR PARA DIMINUIR OS ÍNDICES DE VIOLÊNCIA?
Quais os argumentos para reduzir a maioridade penal?
Os que defendem a redução da maioridade penal acreditam que os adolescentes infratores não recebem a punição devida. Para eles, o Estatuto da Criança e do Adolescente é muito tolerante com os infratores e não intimida os que pretendem transgredir a lei. Eles argumentam que se a legislação eleitoral considera que jovem de 16 anos com discernimento para votar, ele deve ter também tem idade suficiente para responder diante da Justiça por seus crimes.
| O que dizem os que são contra a redução da maioridade penal? Os que combatem as mudanças na legislação para reduzir a maioridade penal acreditam que ela não traria resultados na diminuição da violência e só acentuaria a exclusão de parte da população. Como alternativa, eles propõem melhorar o sistema socioeducativo dos infratores, investir em educação de uma forma ampla e também mudar a forma de julgamento de menores muito violentos. Alguns defendem mudanças no Estatuto da Criança e do Adolescente para estabelecer regras mais rígidas. Outros dizem que já faria diferença a aplicação adequada da legislação vigente |
E você, o que pensa? Comente. Obrigada pela participação! :) |
terça-feira, 21 de maio de 2013
Resenhas Selecionadas - 8ª C
PÁGINAS DE APRENDIZAGEM DO AMOR
A hora do amor, foi uma
das obras literárias de Álvaro Cardoso Gomes voltada para o público juvenil,
publicado em 1986 pela editora FTD, fazendo parte da coleção Canto Jovem.
É marcado por
pontuações rápidas e capítulos curtos, estrutura que caracteriza os livros
escritos pelo autor, sendo o foco narrativo mantido em primeira pessoa durante
toda a história juntamente com uma linguagem “atual”, com palavras fáceis de entender
e interpretar.
A obra conta a vida de Beto, um garoto que mora em uma pequena cidade do interior de São Paulo, e ali vive vários conflitos da adolescência no relacionamento familiar, na escola, no cotidiano e também em seu grupo de amigos. Até que ele começa a conhecer o amor quando encontra sua nova vizinha, Lúcia Helena, com a qual ele construiu uma grande amizade e por quem se apaixona pela primeira vez. Porém Mário Ântonio - um cara bonitão, inteligente e orgulhoso - chega e acaba “fisgando” Lúcia Helena, fazendo com que a vida de Beto virasse de cabeça para baixo.
Durante o tempo em que vê sua garota feliz com outro, o jovem enfrenta cada vez mais problemas em sua vida dos quais rejeita e tenta fugir, seguindo para o fundo do poço onde acaba se vendo crescer lidando extremamente mal com as novas responsabilidades, o amor e as marcas da dor que ele o causou. Como conseqüência, deixa de ser o menino “potoqueiro” que se intitulava, para caminhar ao que mais queria neste momento: ser alguém independente na vida. Ao dar um passo importante para essa independência, se depara com uma grande e feliz surpresa, e nesse momento ele vive, definitivamente, a hora do amor.
Em minha opinião, a história se faz real e tocante ao ponto de vermos Beto perder Lúcia Helena aos poucos por medo de expor seus sentimentos sinceros à ela. Mas, ao mesmo tempo, é pouco detalhista, os fatos ocorrem rapidamente não havendo muita descrição de lugares, coisas e pessoas. Também penso que o livro merecia capítulos mais extensos, pois me deixou um gosto de “quero mais”em relação a isso. Os desenhos, feitos por Alcy, foram uma ótima forma de envolver o leitor cada vez mais na obra, pois faz imaginar e entender melhor o que está se passando. Por eles também podemos constatar a época em que a história acontece (década de 1960), pela paisagem ilustrada em algumas páginas. Me chamou a atenção também como o livro traz à tona o sentimento dos meninos quando se diz respeito ao amor, pois na maioria das histórias que lemos, são meninas que escrevem, contam e expõem sobre o assunto.
Esta leitura seria muito interessante para jovens e adolescentes, mas também a recomendo para os adultos, pois através dela podem entender e relembrar os sentimentos dessa fase.
Álvaro Cardoso Gomes é crítico literário, ensaísta e romancista brasileiro. Viveu a adolescência em Americana, interior de São Paulo, cidade que usa como o cenário do livro em questão, e também de outras obras de sua autoria, como por exemplo, “Para tão longo amor”. É formado em Letras pela USP, se tornou professor titular de Literatura Portuguesa, especializou-se na literatura do final do século e em poesia e romance contemporâneo. Um de seus livros mais recentes é “Inventário da sombra”, romance de ficção.
A obra conta a vida de Beto, um garoto que mora em uma pequena cidade do interior de São Paulo, e ali vive vários conflitos da adolescência no relacionamento familiar, na escola, no cotidiano e também em seu grupo de amigos. Até que ele começa a conhecer o amor quando encontra sua nova vizinha, Lúcia Helena, com a qual ele construiu uma grande amizade e por quem se apaixona pela primeira vez. Porém Mário Ântonio - um cara bonitão, inteligente e orgulhoso - chega e acaba “fisgando” Lúcia Helena, fazendo com que a vida de Beto virasse de cabeça para baixo.
Durante o tempo em que vê sua garota feliz com outro, o jovem enfrenta cada vez mais problemas em sua vida dos quais rejeita e tenta fugir, seguindo para o fundo do poço onde acaba se vendo crescer lidando extremamente mal com as novas responsabilidades, o amor e as marcas da dor que ele o causou. Como conseqüência, deixa de ser o menino “potoqueiro” que se intitulava, para caminhar ao que mais queria neste momento: ser alguém independente na vida. Ao dar um passo importante para essa independência, se depara com uma grande e feliz surpresa, e nesse momento ele vive, definitivamente, a hora do amor.
Em minha opinião, a história se faz real e tocante ao ponto de vermos Beto perder Lúcia Helena aos poucos por medo de expor seus sentimentos sinceros à ela. Mas, ao mesmo tempo, é pouco detalhista, os fatos ocorrem rapidamente não havendo muita descrição de lugares, coisas e pessoas. Também penso que o livro merecia capítulos mais extensos, pois me deixou um gosto de “quero mais”em relação a isso. Os desenhos, feitos por Alcy, foram uma ótima forma de envolver o leitor cada vez mais na obra, pois faz imaginar e entender melhor o que está se passando. Por eles também podemos constatar a época em que a história acontece (década de 1960), pela paisagem ilustrada em algumas páginas. Me chamou a atenção também como o livro traz à tona o sentimento dos meninos quando se diz respeito ao amor, pois na maioria das histórias que lemos, são meninas que escrevem, contam e expõem sobre o assunto.
Esta leitura seria muito interessante para jovens e adolescentes, mas também a recomendo para os adultos, pois através dela podem entender e relembrar os sentimentos dessa fase.
Álvaro Cardoso Gomes é crítico literário, ensaísta e romancista brasileiro. Viveu a adolescência em Americana, interior de São Paulo, cidade que usa como o cenário do livro em questão, e também de outras obras de sua autoria, como por exemplo, “Para tão longo amor”. É formado em Letras pela USP, se tornou professor titular de Literatura Portuguesa, especializou-se na literatura do final do século e em poesia e romance contemporâneo. Um de seus livros mais recentes é “Inventário da sombra”, romance de ficção.
Inaê Pereira – 8ª
série C. da E.E. Dr. Alfredo Pujol
COMO OS HUMANOS REALMENTE
DEVEM SER?
O escritor
Antoine de Saint- Exupéry lançou em 1943, um ano antes de sua morte, o livro O
PEQUENO PRÍNCIPE. Escrito e ilustrado por este ex-piloto aéreo ao longo da
Segunda Guerra Mundial, o livro se transformou em uma das obras mais vendidas
em todo o mundo.
Para um
leitor curioso que pega o livro pela primeira vez, aparentemente vai achar que
é um livro para crianças, porém a obra é recheada de ideias e possui um alto
teor filosófico e poético, por isso passa de geração a geração e encanta ainda
hoje grande parte de leitores de todo o mundo.
A história
começa com uma aventura vivida no deserto depois de uma pane no avião do
narrador. Certa manhã ele é acordado pelo Pequeno Príncipe, que lhe pede:
“desenha-me um carneiro?” É aí que começa o relato de uma criança, que como as
outras questiona as coisas mais simples da vida, com pureza e ingenuidade. O
principezinho sai do planeta em que vivia com uma rosa vaidosa e muito
orgulhosa e três vulcões, dois ativos e um já extinto. Em seu passeio entre as
galáxias vai encontrando vários personagens: um rei que pensava que todos eram
seus súditos, apesar de não haver ninguém por perto; um homem de negócios que
se dizia muito sério e ocupado, mas não tinha tempo para sonhar; um bêbado que
bebia para esquecer a vergonha que sentia por beber; um geógrafo que se dizia sábio, mas não sabia nada da
geografia do seu próprio país, e outros personagens que vão deixando cada vez mais claro como os
seres humanos, à medida que ficam adultos vão perdendo a pureza. Na história
aparece uma raposa, que foi capaz de mostrar ao principezinho e para nós mesmos
o segredo do amor: “ Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos
olhos.”
O livro
para mim é mágico, pois cada palavra não é só lida, mas também mexe com meus
próprios sentimentos, e me emociono em cada parte. Indico a obra para qualquer
pessoa, pois além de ser um livro muito bonito, deixa uma mensagem de paz para
nós mesmos refletirmos e repensarmos nossas atitudes.
Antoine de
Saint-Exupéry nasceu em 29 de junho de 1900, em Lyon, na França. Foi escritor,
ilustrador e piloto. Morreu em 31 de julho de 1944, provavelmente perto da baía
de Carqueiranne em Toulon.
CAROLINE CUSTÓDIO MORI, 14
anos, aluna da 8ª série C - E.E. Dr. Alfredo Pujol
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Fábula reelaborada
Amigos,
Aproveito para compartilhar um texto que me fez rir muito.
Um abraço
A FORMIGA E A CIGARRA
Era uma vez uma formiguinha e uma cigarra muito amigas. Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno. Não aproveitou nada do Sol, da brisa suave do fim da tarde nem do bate-papo com os amigos ao final do expediente de trabalho, tomando uma cervejinha. Seu nome era “trabalho” e seu sobrenome, “sempre”.
Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou um minuto sequer, cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o Sol, curtiu para valer, sem se preocupar com o inverno que estava por vir. Então, passados alguns dias, começou a esfriar. Era o inverno que estava começando. A formiguinha, exausta, entrou em sua singela e aconchegante toca repleta de comida. Mas alguém chamava por seu nome do lado de fora da toca. Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu: sua amiga cigarra, dentro de uma Ferrari, com um aconchegante casaco de visom. E a cigarra falou para a formiguinha:
– Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris. Será que você poderia cuidar da minha toca?
– Claro, sem problema! Mas o que lhe aconteceu? Como você conseguiu grana pra ir a Paris e comprar essa Ferrari?
– Imagine você que eu estava cantando em um bar, na semana passada, e um produtor gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis meses para fazer shows em Paris... A propósito, a amiga deseja algo de lá?
– Desejo, sim. Se você encontrar um tal de La Fontaine por lá, manda ele pro DIABO QUE O CARREGUE!
MORAL DA HISTÓRIA: “Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine”.
Fábula de La Fontaine reelaborada.
http://www.geocities.com/soho/Atrium/8069/Fabulas/fabula2.html - com adaptações.
Aproveito para compartilhar um texto que me fez rir muito.
Um abraço
A FORMIGA E A CIGARRA
Era uma vez uma formiguinha e uma cigarra muito amigas. Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno. Não aproveitou nada do Sol, da brisa suave do fim da tarde nem do bate-papo com os amigos ao final do expediente de trabalho, tomando uma cervejinha. Seu nome era “trabalho” e seu sobrenome, “sempre”.
Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou um minuto sequer, cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o Sol, curtiu para valer, sem se preocupar com o inverno que estava por vir. Então, passados alguns dias, começou a esfriar. Era o inverno que estava começando. A formiguinha, exausta, entrou em sua singela e aconchegante toca repleta de comida. Mas alguém chamava por seu nome do lado de fora da toca. Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu: sua amiga cigarra, dentro de uma Ferrari, com um aconchegante casaco de visom. E a cigarra falou para a formiguinha:
– Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris. Será que você poderia cuidar da minha toca?
– Claro, sem problema! Mas o que lhe aconteceu? Como você conseguiu grana pra ir a Paris e comprar essa Ferrari?
– Imagine você que eu estava cantando em um bar, na semana passada, e um produtor gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis meses para fazer shows em Paris... A propósito, a amiga deseja algo de lá?
– Desejo, sim. Se você encontrar um tal de La Fontaine por lá, manda ele pro DIABO QUE O CARREGUE!
MORAL DA HISTÓRIA: “Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine”.
Fábula de La Fontaine reelaborada.
http://www.geocities.com/soho/Atrium/8069/Fabulas/fabula2.html - com adaptações.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Recomendações
Passeando pelas redes sociais, encontrei uma página sensacional e quero recomendar para ser curtida e visitada: http://www.facebook.com/Wanderlust.Community. A imagem abaixo já dá uma demonstração da sensibilidade e bom gosto de quem a criou. Confiram!
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| Poema de Vânia Jordão |
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